Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

A Igreja clama por socorro; será que os pastores estão ouvindo?

O motivo desta postagem é o inconformismo face as meninices que acontecem dentro das igrejas nos dias atuais-falando exatamente da igreja brasileira, especificamente as pentecostais.
O negócio que rola hoje é o tal de "reteté", e quem não se adaptar a isso tem de cair fora, pois uma nuvem de falsos mestres se levantou, pessoas descompromissadas com a verdade, vivendo e pregando um evangelho que além de extra, é antibíblico; poderíamos chama-lo assim: "extra-anti-bíblico. E coitado do obreiro que tentar mexer nessa ferida, pois a turma do oba-oba toma conta da igreja. Eis alguns problemas advindos disso:
Na pregação: Antropocêntrismo (garanto que muitos obreiros não sabem o que significa, mas pregam o evangelho antropocêntrico); Pseudo-Espiritualidade (devido ao teor zero de dourinas bíblicas, que no caso foram trocadas por "movimentos").
Na conduta: Apatia, Conformismo, Ignorância, Hipocrisia, Mentiras, Inveja, por fim, Obras da carne.
Será que essa é a Igreja do Arrebatamento?
Uma igreja onde os crentes falam línguas (nada contra pois também falo, mas o crente não vive só de falar em línguas), profetizam, pulam, dançam, sapateiam, mas não conhecem a Bíblia, muitos continuam adulterando, fornicando, vivendo a mesma vida, e ai de quem não tolerar isso! Não, não acredito ser essa a Igreja do Arrebatamento! Creio que a Igreja do Arrebatamento tem líderes sérios, crentes verdadeiros, e compromissados com a Sã Doutrina.
Mas hoje o que se aprende em culto de doutrina? Quantas pessoas frequentam Escola Dominical? Onde congrego, a maioria dos obreiros não vão ou nunca foram a Escola Dominical, e são os que pregam no domingo à noite, dá pra entender!?
Outro dia, ví um obreiro que está no púlpito comigo falando palavrão dentro do Templo (fora da presença do Pastor, porque na frente a coisa muda), e o camarada recebe o nome de "o pregador". Misericórdia Senhor! Isso precisa mudar! Hipócritas tomando a frente no ministério!
Quero, sem medo, que essa postagem seja lida pelo máximo de pastores possível, e que os obreiros da Igreja atual tomem uma atitude séria, e no mínimo honesta em relação ao problema.
Sei que represento a minoria, mas quero aqui deixar o protesto dessa minoria amordaçada, com medo do lhe possa acontecer, e pedir aos líderes evangélicos pentecostais brasileiros; com carinho e respeito: Senhores Líderes; a Igreja precisa de Sã Doutrina, chega de "fogo sem calor", é preciso seriedade e honestidade! Por favor, em Nome de Jesus, O Senhor.

Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

A Igreja Católica e a Pedofilia

Em visita ao presidente dos Estados Unidos, antes de chegar lá, ainda no avião, o Papa Bento XVI anunciou que se sente "envergonhado" com os escandalos de pedofilia que envolvem a Igreja Católica. Vejamos bem e consideremos:
Vergonha? O que ele sente na verdade é medo! Casos de pedofilia envolvendo padres católicos são vários, sem dizer dos que já foram abafados. Padres que se envolveram com casos semelhantes nos Estados Unidos e foram descobertos, confessaram que o Vaticano sempre soube de tal verdade, mas que se fazia indiferente.
O problema está desde o início da formação do padre, que segundo o Vaticano deve ser solteiro, bem diferente do conceito bíblico para um líder eclesiástico. Na verdade, lá no Vaticano tudo anda ao contrário do conceito bíblico. Não deveriam se envergonhar a essa altura, e sim tomarem medidas sérias. E onde está a mídia que se diz "democrática" e também se faz indiferente a isso? Sim, porque pra mostrar os problemas no meio protestante a mídia age com muita eficiência, mas no caso do Vaticano, ou sentem medo, ou tem alguma recompensa pra ficarem calados.
Não estou dizendo que não possa acontecer um problema desses (pedofilia) entre líderes evangélicos, mas quando acontece, a Igreja Evangélica faz no mínimo destituir o líder, em vez de deixar tudo do mesmo jeito e no final dizer: "Sentimos muito por isso".
Falei, tá falado.

Quarta-feira, 26 de Março de 2008

Resgatando a chamada

(Jn 1.1-3a)No decorrer da caminhada cristã, alguns cristãos perdem o foco de suas vidas, e alguns caem no desepero por terem fracassado em algo que fizeram, por isso pensam que Deus se esqueceu deles. Mas esse estudo pode te esclarecer verdades sobre uma segunda chance. Como exemplo principal vou citar a história do profeta Jonas,que, por ter falhado em sua missão sofreu sérias consequências, mas ainda teve uma oportunidade de fazer a vontade de Deus para sua vida. Confira:
1-Jonas se preocupou mais com seus interesses pessoais do que com os interesses de Deus--por isso fugiu.E enquanto fugia da chamada, tudo começou a dar errado, como:*um grande vento(Jn 1.4), e as vezes quando estamos fora da direção de Deus, os ventos começam a soprar ao contrário em nossas vidas, fazendo com que soframos lutas ferrenhas, mas nesse momento precisamos firmar nossa fé no Salvador Jesus(Mt 14.30,31).*dormia em meio o perigo(Jn 1.5,6), e as vezes somos exortados por Deus para acordarmos pra vida e enfrentar a realidade(Rm13.11a; Ef 5.14).*lançaram sortes, e caiu sobre Jonas(Jn 1.7,8), e isso mostra que não podemos nos esconde de Deus, mas nos apresentarmos diante Dele para fazermos a Sua vontade(Sl 139).*passou pelo perigo da morte(Jn 1.15,17; 2.2), nos dando exemplo de que Deus cuida dos Seus filhos livrando-os até mesmo da morte(Dn 6.16).
2-Quando Jonas buscou à Deus, ele teve uma segunda chance (Jn 3.1,2). Depois de ter buscado à Deus, o ministério de Jonas ficou marcado pelos seguintes fatos:*profetizou em Nínive(Jn 3.3,4; Mt 12.40)*foi profeta em Israel(2Rs 14.25)*teve uma semelhança ao ministério de Jesus (Mt 12.39-40)
3-A Bíblia mostra outros exemplos de pessoas que tiveram uma segunda chance para cumprirem suas chamadas:*Pedro negou Jesus três vezes(Mt 26.69-75), mas teve uma segunda chance(Jo 21.15-17)*Marcos deixou Paulo e Barnabé em uma viagem missionária(At 15.37-39), mas certo tempo depois foi elogiado por Paulo por ser útil ao ministério(2Tm 4.11)*Sansão clamou à Deus e foi renovado, a ponto de matar mais homens na sua morte do que na vida inteira(Jz 16.28-30; confira Hb 11.32)
4-Os cristãos que perderam o foco de suas chamadas podem ainda cumprí-las, basta buscar ao Senhor (2Tm 1.6).

Refletindo a Glória do Senhor

Salmo 67.1 Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós.
2 Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação.
3 Louvem-te a ti,ó Deus, os povos; louvem-te os povos todos.
4 Alegrem-se e regozigem-se as nações, pois julgará os povos com equidade, e governarás as nações sobre a terra.
5 Louvem-te a ti, ó Deus, os povos; louvem-te os povos todos.
6 Então a terra dará o seu fruto; e Deus, o nosso Deus, nos abençoará.
7 Deus nos abençoará, e todas as extremidades da terra o temerão.
Note que no verso 1º o salmista fala sobre resplandecer a rosto rosto de Deus em nós, e sobre esse aspecto é importante avaliarmos que:1º-fomos criados segundo a imagem e semelhança de Deus(Gn 1.26,27).2º-perdemos essa imagem e semelhança quando pecamos, e todos pecaram(Rm 3.23).3º-mas Deus-através de Cristo-quer que vivamos de maneira que sejamos reflexo de Sua Pessoa(2Co 3.18).O apóstolo Paulo falou sobre o mesmo assunto em 2Co 3, dixando claro que ao contrário de Moisés, devemos tirar o véu e mostrar Deus em nossas vidas. Talvez alguns podem perguntar: Porque Moisés cobriu o rosto quando recebeu os dez mandamentos?Simples, ele recebeu a lei em tábuas de pedra, nós recebemos à Cristo no coração, e além disso a lei de Moisés operava a morte(por isso a glória de Deus quando resplandecida sobre ele fazia os israelitas temerem), mas a Graça de Deus em Cristo opera a vida(2Co 3.6). Por isso não precisamos desprezar a lei de Moisés, mas não é necessário vivermos por ela, senão o mundo não poderá ver o Senhor em nossas vidas. Os convertidos devem mostrar o brilho de Deus em suas vidas(2Co 3.17).
DEFINIÇÃO DE REFLEXO:Reflexo é a imagem espelhada de algo, imitação de alguma coisa ou ser.Refletir Deus em nossas vidas é o mesmo que imitá-lO:"Sede, pois, IMITADORES DE DEUS, como filhos amados."(Gl 5.1-grifo meu)Devemos ser como Deus é em vários aspectos, como por exemplo:
DEUS É SANTO-devemos ser santos(1Pe 1.15,16)
DEUS É JUSTO-devemos praticar justiça(1Jo 2.29)
DEUS É AMOR-devemos amar uns aos outros(1Jo 4.7-11)DEUS É VERDADE-devemos ser verdadeiros(Ef 4.25; Cl 3.9)
DEUS É FIEL-devemos ser fiéis(1Ts 5.24; 1Co 4.2)
DEUS É MISERICORDIOSO-devemos exercitar misericórdia(Lc 6.36)
DEUS É PERFEITO-devemos buscar a perfeição(Mt 5.48)
APLICAÇÃO:O mundo será impactado por Deus quando nós formos reflexos de Deus para o mundo(Sl 67.2-5)"Assim RESPLANDEÇA a vossa luz diante dos homens,PARA QUE VEJAM as vossas boas obras E GLORIFIQUEM o vosso Pai, que está nos céus."(Mt 5.16-grifo meu)."Fazei todas as coisas sem murmuração nem contendas; para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual RESPLANDECEIS COMO ASTROS no mundo."(Fp 2.14,15-grifo meu).A nova vida deve ser posta em prática para refletirmos a imagem do Senhor:"Mortificai,pois,os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado,a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria;pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência; nas quais também, em outro tempo, andastes, quando vivíeis nelas.Mas, agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca. Mão mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com seus feitos e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, SEGUNDO A IMAGEM DAQUELE QUE O CRIOU."(Cl 3.5-10-grifo meu)CONCLUSÃO:Só seremos abençoados verdadeiramente, se refletirmos a vida de Deus em nossas vidas(Sl 67.6,7)."O Senhor te ABENÇOE e te guarde; o Senhor faça RESPLANDECER O SEU ROSTO SOBRE TI e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti LEVANTE O SEU ROSTO e te dê a paz."(Nm 6.24-26-grifo meu).
Nota: As citações bíblicas foram extraídas da versão Almeida Revista e Corrigida, edição de 1995.

O inferno de fogo faz parte da justiça divina?

Este título encontrei num dos variados folhetos das Testemunhas de Jeová, e não concordei com o conteúdo de seu ensino, pois a Bíblia nos mostra que o "inferno" existe sim, mas o problema é que o Russelismo(TJ) e o Adventismo não acreditam, e depois dizem que os cristãos é que não crêem na Palavra de Deus. Olha para afirmar biblicamente que o inferno existe é só dar uma olhada no que diz a Bíblia em Lc 16.19-31--especificamente os versículos 22-25. Dizer que a existência do inferno é injustiça da parte de Deus é uma Heresia, e até porque veremos neste estudo que Deus não quer que ninguém vá para lã, mas isso depende da escolha do ser humano.Antes de mais nada é importante avaliarmos também na Bíblia que o inferno é:1-lugar de juízo dos ímpios-Ap 20.13,14; Mc 9.43-47; Mt 5.22,29; 10.18; 19.9; 23.15,33; Lc 10.16; 12.5; 2Ts 1.8,9; Jó 26.6; Sl 9.17; Pv 5.5; 15.11; Is 14.9; Os 13.14).2-lugar de tormento eterno-Mc 9.43-48; Mt 25.41; 13.42,50; 22.13; Lc 16.23).Pois é, parece brincadeira; com tanto argumento bíblico, as T.J. usarem apenas os textos de Ec 3.19,20; 9.5; Sl146.4; fazendo uma interpretação errônea e herege para afirmarem que o inferno não existe, e também para dizerem que a vida do ser humano é terrena, e aque ao morrer o homem simplesmente desaparece. Mas analisemos o que esses textos realmente dizem:1º Ec 3.19,20-O texto fala sobre a brevidade da vida terrena, e ainda nos leva a consciência de que somos frágeis e precisamos de Deus, inclusive o versículo 20 diz que o ser humano vai para "um lugar", que lugar será esse? Existem duas hipóteses: o céu ou o inferno.Já os T.J. dizem que ao morrer o ser humano volta a inexistência, o que não está expresso no texto referido, nem em um outro lugar da Bíblia.2º Ec 9.5 Aqui a Palavra de deus nos adverte que a morte física é certa, mas os T.J. afirmam que após a morte, o homem perde a consciência. Mas o texto diz que os vivos não se lembrarão tão facilmente dos mortos, e não diz que os mortos ficam inconscientes.Lc 16.19-31 mostra que os mortos possuem consciência.3º Sl 146.4-esse texto mostra que ao morrer, o ser humano perde todas as oportunidades de realizar seus projetos (pensamentos), por isso que se deve buscar a Deus para ter uma eternidade feliz em vez de tormentos (confira os versículos 5-10).O "X" DA QUESTÂO:Os T.J. dizem que a doutrina do Juízo é prejudicial pois Deus é amor e jamais faria alguém sofrer ne um fogo eterno. O fato é que Deus realmente é amor, e por amor nos oferece a oprtunidade de sermos livres do juízo vindouro (1Jo 4.8,17)Não é Deus quem lança as pessoas no inferno, muito pelo contrário, as pessoas que escolhem ir para lá de passos largos (Pv 5.5). Deus quer que o homem seja salvo (1TM 2.3,4), mas o ser humano que rejeita a Jesus não tem direito a essa salvação, pois só Jesus pode salvar (1Tm 2.5; At 4.12; Jo 14.6).O "x" da questão é esse, quem não tem Jesus não tem a vida eterna com Deus e parte para a condenação eterna (Mt 3.12; Jo 3.16-18), e os T.J. não querem Jesus como Senhor e Salvador, por isso rejeitam toda e qualquer verdade correlata a atuação de Cristo, que julgará os ímpios e os confinrá ao fogo eterno (Lc 3.17).A Bíblia diz que algumas pessoas causariam problemas por não crêrem em Jesus (Jd 17-19), e os mesmos que não acreditam que Deus julgará os ímpios sofrerão o mesmo juízo também (@Pe 2.1-9). DE QUE A HUMANIDADE PRECISA REALMENTE SABER:O mundo precisa saber que Deus os ama, mas é preciso corresponder à esse amor, com fé em Jesus Cristo (Rm 10.9).Existe um juízo vindouro (caso contrário não precisaríamos pregar o evangelho, nem fazer o trabalho de pregação dos T.J.), e para ser livre desse juízo, é preciso crêr no amor de Deus, aceitar a Cristo e obedecê-lo(Rm.5.8,9).Justamente por nos amar, Deus quer nos ver livres do juízo, mas é preciso tomar a decisão de crêr em Cristo e perseverar na fé, e essa decisão é individual (Rm 14.12).


Este título encontrei num dos variados folhetos das Testemunhas de Jeová, e não concordei com o conteúdo de seu ensino, pois a Bíblia nos mostra que o "inferno" existe sim, mas o problema é que o Russelismo(TJ) e o Adventismo não acreditam, e depois dizem que os cristãos é que não crêem na Palavra de Deus. Olha para afirmar biblicamente que o inferno existe é só dar uma olhada no que diz a Bíblia em Lc 16.19-31--especificamente os versículos 22-25. Dizer que a existência do inferno é injustiça da parte de Deus é uma Heresia, e até porque veremos neste estudo que Deus não quer que ninguém vá para lã, mas isso depende da escolha do ser humano.Antes de mais nada é importante avaliarmos também na Bíblia que o inferno é:1-lugar de juízo dos ímpios-Ap 20.13,14; Mc 9.43-47; Mt 5.22,29; 10.18; 19.9; 23.15,33; Lc 10.16; 12.5; 2Ts 1.8,9; Jó 26.6; Sl 9.17; Pv 5.5; 15.11; Is 14.9; Os 13.14).2-lugar de tormento eterno-Mc 9.43-48; Mt 25.41; 13.42,50; 22.13; Lc 16.23).Pois é, parece brincadeira; com tanto argumento bíblico, as T.J. usarem apenas os textos de Ec 3.19,20; 9.5; Sl146.4; fazendo uma interpretação errônea e herege para afirmarem que o inferno não existe, e também para dizerem que a vida do ser humano é terrena, e aque ao morrer o homem simplesmente desaparece. Mas analisemos o que esses textos realmente dizem:1º Ec 3.19,20-O texto fala sobre a brevidade da vida terrena, e ainda nos leva a consciência de que somos frágeis e precisamos de Deus, inclusive o versículo 20 diz que o ser humano vai para "um lugar", que lugar será esse? Existem duas hipóteses: o céu ou o inferno.Já os T.J. dizem que ao morrer o ser humano volta a inexistência, o que não está expresso no texto referido, nem em um outro lugar da Bíblia.2º Ec 9.5 Aqui a Palavra de deus nos adverte que a morte física é certa, mas os T.J. afirmam que após a morte, o homem perde a consciência. Mas o texto diz que os vivos não se lembrarão tão facilmente dos mortos, e não diz que os mortos ficam inconscientes.Lc 16.19-31 mostra que os mortos possuem consciência.3º Sl 146.4-esse texto mostra que ao morrer, o ser humano perde todas as oportunidades de realizar seus projetos (pensamentos), por isso que se deve buscar a Deus para ter uma eternidade feliz em vez de tormentos (confira os versículos 5-10).O "X" DA QUESTÂO:Os T.J. dizem que a doutrina do Juízo é prejudicial pois Deus é amor e jamais faria alguém sofrer ne um fogo eterno. O fato é que Deus realmente é amor, e por amor nos oferece a oprtunidade de sermos livres do juízo vindouro (1Jo 4.8,17)Não é Deus quem lança as pessoas no inferno, muito pelo contrário, as pessoas que escolhem ir para lá de passos largos (Pv 5.5). Deus quer que o homem seja salvo (1TM 2.3,4), mas o ser humano que rejeita a Jesus não tem direito a essa salvação, pois só Jesus pode salvar (1Tm 2.5; At 4.12; Jo 14.6).O "x" da questão é esse, quem não tem Jesus não tem a vida eterna com Deus e parte para a condenação eterna (Mt 3.12; Jo 3.16-18), e os T.J. não querem Jesus como Senhor e Salvador, por isso rejeitam toda e qualquer verdade correlata a atuação de Cristo, que julgará os ímpios e os confinrá ao fogo eterno (Lc 3.17).A Bíblia diz que algumas pessoas causariam problemas por não crêrem em Jesus (Jd 17-19), e os mesmos que não acreditam que Deus julgará os ímpios sofrerão o mesmo juízo também (2Pe 2.1-9). DE QUE A HUMANIDADE PRECISA REALMENTE SABER:O mundo precisa saber que Deus os ama, mas é preciso corresponder à esse amor, com fé em Jesus Cristo (Rm 10.9).Existe um juízo vindouro (caso contrário não precisaríamos pregar o evangelho, nem fazer o trabalho de pregação dos T.J.), e para ser livre desse juízo, é preciso crêr no amor de Deus, aceitar a Cristo e obedecê-lo(Rm.5.8,9).Justamente por nos amar, Deus quer nos ver livres do juízo, mas é preciso tomar a decisão de crêr em Cristo e perseverar na fé, e essa decisão é individual (Rm 14.12).

Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

Classe de Escola Dominical - Viva e Eficaz




Essa é a turma que me suporta aos domingos na Escola Dominical.


Da direita p/ esquerda: Jorge, Sebastião, Daiane, Luciana, Renata, Yngrid, Eliane, Denilza, Aline, Magda, Débora (minha sobrinha), e Eu.




Esse cartaz é um trabalho de divulgação da Escola Dominical, elaborado por Yngrid Gutnik.


Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Lições Bíblicas-1º trimestre de 2008 - LIÇÃO 8

JESUS, FILHO DE DAVI


Texto áureo: Jo 7.42


Leitura Bíblica em Classe: Mt 21.8-11; 22.41-46


Antes de mais nada, temos de ter a consciência que iremos estudar sobre Jesus como Rei; por isso a Bíblia o chama de "Filho de Davi", isso relacionado a dinastia desse grande rei em Israel. Já na última Lição do trimestre voltaremos a tratar de Cristo como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, contudo, em um aspecto diferente da lição atual.
Davi, tem um papel importante no desenrolar da História e da Promessa Divina de Salvação. Foi o rei escolhido por Deus para governar a "Nação Escolhida" por Deus (Israel), e como ele era de Belém (1Sm 16.1), vemos aqui uma parte de cumprimento da Profecia Messiânica de Gn 49.10-12, que mostra e Messias vindo da descendencia de Judá, e como Belém é uma cidade da tribo de Judá, desde o momento em que Davi fora ungido por Samuel fica nítido que ele desenvolveria um papel importante no plano Divino para a humanidade, ele seria ancestral do Messias.
Sabemos que Davi não foi feito rei da noite para o dia, o que está explícito na narrativa bíblica é que ele sofreu ataques e perseguições da parte de Saul, e mesmo quando teve oportunidade de se livrar de Saul e matá-lo, preferiu esperar o momento de Deus. Ora, não vemos hoje matadores (que matam com a língua) que dizem ter promessa de Deus? Não existem hoje os que dizem serem "ungidos" de Deus? Mas infelizmente são pessoas que atropelam o "tempo" (o que já é suficiente para sabermos que tais pessoas não tem unção nenhuma), não sabem esperar, não suportam as provas, não aceitam as adversidades, vivem o "evangelho oba-oba" muito pregado hoje em dia. É preciso sabermos que Deus nunca erra nos sEus projetos, portanto é melhor aceitarmos tudo, não somente as promessas, mas também o preço para alcançar essas promessas.
UMA PROFECIA MESSIANICA: Em 2Sm 7.12-16, uma profecia foi ministrada a Davi pelo Profeta Natã, mas algumas pessoas veêm dificuldades ao interpretarem essa profecia, e não conseguem discernir sobre quem Deus está falando, se é Salomão (filho de Davi), ou se é Cristo ( O Filho de Davi ). Bem, não existe nada de tão intrigante nessa profecia, ela só tem um sentido ambíguo. Fala diretamente de Salomão e indiretamente de Cristo. De Salomão porque o contexto fala do intento para se fazer um Templo e Deus responde a Davi que seu filho Salomão será o construtor do Templo. Mas também fala de Cristo pois partes dessa profecia transcende a Salomão, e falam claramente do Messias. A veracidade dessa interpretação se mostra nos textos de At 13.22,23 e Hb 1.5b.
UMA PERGUNTA: Depois de ter respondido aos fariseus sobre imposto, ressurreição e sobre o grande mandamento (Mt 22.15-40), Jesus também faz uma pergunta aos fariseus, mas estes ficam sem resposta (Mt 22.41-46). Jesus era conhecido como Filho de Davi (descendente), mas o fato é que Jesus é superior a Davi, e Seu Reino não é político como o de Davi. O Reino do Messias é superior ao de Davi, por isso no Salmo 110.1, Davi chama seu descendente de Senhor. Ora, se o próprio Davi lhe chama Senhor, então está óbvio que o Messias é mesmo superior.

Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 2008 - LIÇÃO 7

O SACERDÓCIO ETERNO DE CRISTO
Texto áureo: Sl 110.4
Leitura Bíblica em Classe: Hb 7.11,20-28
Melquisedeque, um personagem com uma vida intrigante, que o faz um dos personagens bíblicos mais especulados. Com base no seu sacerdócio, tiramos lições importante sobre o sacerdócio de Cristo e seu valor para os crentes.
TIPO E ANTÍTIPO: Melquiesedeque, é um tipo de Cristo, que por Sua vez é o Antítipo. Uma comparação pode ser valiosa para entendermos isso: Tipo é como uma sombra de uma substância (seja qual for essa substância), já o Antítipo é a substância. Melquisedeque representa, simboliza, isto é tipifica Cristo como Rei e Sacerdote.
O NOME MELQUISEDEQUE: "Melqui" (rei), "Sedeque" (justiça), Melquisedeque (Rei de justiça), que reinava em Salém (ou, Jeruslém; Paz). Observe que primeiramente é" justiça" e depois "paz" (Hb 7.2). Confira Hb 12.11; Tg 3.18; com atenção leia Is 32.17.
REI E SACERDOTE: De acordo com Gn 14.18, Melquisedeque era rei e sacerdote, o que também prefigura o Reino e Sacerdócio de Cristo (Zc 6.13; Hb 8.1).
PROBLEMAS DISCUTIDOS ACERCA DO TEMA EM APREÇO: Geralmente alguém questiona o porque de Jesus ter sido nomeado Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque e não segundo a ordem aarônica. Bem, a resposta para tal questão é simples: Melquisedeque é maior do que Arão ( digo Arão me referindo à todos os levitas). Como? Os descendentes de Levi não foram sacerdotes instituídos na Lei? Claro que sim! Mas, o sacerdocio de Melquisedeque é superior. Veja, o ministério aarônico, por se constituir de homens que também tinham pecado, era falho (não diremos por isso que Melquisedeque não tivesse pecado, pois só Jesus foi o homem que não pecou; como já vimos em outras lições e como mostra o texto de Hb 4.15), e insuficiente para restaurar o relacionamento do homem com Deus, e, além de falho, o sacerdócio aarônico era temporário. Já o sacerdócio de Melquisedeque (que tipifica o de Cristo) é maior, e para tal compreensão é importante analisarmos o texto de Gn 14.18-20 a luz do seu contexto em Hb 7:
A autoridade sacerdotal de Melquisedeque e sua superioridade a Abraão e seus descendentes levíticos está revelada no fato de ele ter abençoado Abraão e recebido seus dízimos.
1-Abençoado. O menor é abençoado pelo maior (Hb 7.4,6,7), e levando em consideração que os levitas são descendentes de Abraão, então eles também foram abençoados por Melquisedeque (Hb 7.10)
2-Dízimo. Por serem descendentes de Abraão, os levitas também deram dízimo à Melquisedeque (Hb 7.9).
Portanto, de acordo com a ordem de Melquisedeque, Cristo é o nosso Sumo Sacerdote Eterno, que nos garante uma esperança eterna de salvação, e isto não era garantido no sacerdocio aarônico (levítico). Ver Hb 7.11-28.
No Gênesis indica duas coisas a respeito de Melquisedeque:
1-Continua Permanência: indicada pelo silêncio a seu respeito.
2-Sua grandeza: indicada por suas declarações.
Tanto o que está oculto, quanto o que está revelado sobre Melquisedeque é igualmente importante, como no caso do Messias.
CONCLUSÃO COM TEOR DE EXEGESE: Algumas sugestões improváveis surgiram a respeito de Melquisedeque com base no texyo de Hb 7.3, e uma interpretação errada pode gerar dois grandes erros:
A sugestão errada sobre Melquisedeque ser um ser angelical, e sua aparição ser uma teofania, mas isso é um erro pois as aparições teofânicas eram momentâneas, já no caso de Melquisedeque, ele até exercia um cargo público, sendo rei de Salém.
Ao ler Hb 7.3, é importante saber que Melquisedeque foi "feito semelhante ao Filho de Deus", e não o contrário. Também não signifique que Melquisedeque e eterno por causa de sua omição genealógica, pois este fato só ilustra (tipifica) a Eternidade de Cristo e a perpetuação de Seu Sacerdócio.
Sendo assim, entendemos que Cristo é Superior, Ele é Senhor (Sl 110.1,4).

Domingo, 3 de Fevereiro de 2008

CUIDADO JOVENS!

Esboço da mensagem que preguei na Assembléia de Deus em Herculândia, dia 02/02/2008, no culto de jovens:


Texto base: Ec 11.9
1-Cuidado com as palavras (Mt 12.36,37; Pv 4.24; Sl 141.3)
2-" " " " ações (Pv 20.11; Mt 12.33)
3-" " " " amizades (Pv 13.20; obs: os amigos devem ser crentes fiéis; Sl 119.63)

Conclusão: É preciso "cuidado", pois Deus trará juízo a toda obra (Ec 12.13,14).

Sábado, 2 de Fevereiro de 2008

DESCOBRINDO O AMOR DE DEUS EM MEIO AS LUTAS

Mensagem que preguei no dia 31/01/2008 na Assembléia de Deus em Herculândia, na tarde ba benção.

Texto base: Rm 5.1-5

Encontraremos o amor de Deus mesmo em meio as lutas e dificuldades se aprendermos as três lições que as dificuldades nos ensinam.

No sofrimento aprendemos a ter:
1-Paciência-Ex: a paciência de Jó (Tg 5.11)
2-Experiência- A cada luta nos tornamos mais experientes.
3-Esperança-É o que motiva o crente (Hb 11.1). Com esperança descobriremos o quanto Deus nos ama! (Rm 5.5,8). Esperança que "Deus suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus." (Fp 4.19).

Lições Bíblicas - 1º Trimestre de 2008 - LIÇÃO 5

O BATISMO DE JESUS
Texto áureo: Jo 1.31
Leitura Bíblica em classe: Mt 3.1-6,13-17
CONSIDERAÇÕES: Uma das perguntas que mais temos ouvido por parte de novos convertidos e até mesmo de não crentes é: " o porque Jesus foi batizado?".
Bom, é muito importante analisarmos o fato da maneira mais madura possível, como deveria ser qualquer questão bíblica, teologica e doutrinária. É óbvio que Jesus não necessitava do batismo, pois não tinha pecado, mas ao se render aos propósitos de Deus Ele foi batizado nas águas por João Batista por "motivo e finalidade diferentes. Ministrado por João não se comparava com o batismo de arrepemdimento, pois Jesus não tinha do que se arrepender e nem pecado a confessar. O seu ato de submissão ao batismo, evidenciou sua identificação com a humanidade. Os céus abertos e a aprovação do Pai demonstram que a atitude de Cristo dava início ao cumprimento do plano da salvação."(Lições Bíblicas jovens e adultos, 2º trimestre de 1994- Lição 6, pág. 29-CPAD).
O INÍCIO DO MINISTÉRIO DE CRISTO.
Vemos na lição passada que Jesus teve uma infância e juventude normal, o que deixa de lado a falácia do tal "Evangelho da infância". Jesus só iniciou seu ministério após sEu batismo, e isso está evidente na declaração do Pai apresentando sEu Filho amado (Mt 3.17). Então o ministério de Jesus foi iniciado (pelo menos) publicamente após ter sido batizado.
JOÃO BATISTA E O BATISMO.
O primo de Jesus cahamado João teve uma missão única: "preparar o caminho do Senhor"(Mt 3.3). Criado na comunidade de Qunram, onde batismos eram feitos de forma ritual como símbolo de purificação, João vem do deserto (note que deserto na Bíblia não é incomum, veja "deserto" numa boa concordância bíblica ) batizando aqueles que estivessem dispostos a mudar de vida - o que é claro na sua mensagem.
BATISMO.
Na religião judaica o batismo também era feito de maneira ritual, visando apenas gentios que se convertiam ao judaísmo, por isso João advertiu os líderes de sua época, afirmando que o arrependimento era necessário a todos, para gentios e judeus. João batizava judeus também, e os que não quisessem se arrepender eram advertidos acerca do Juízo que o próprio Messias efetuará. A diferença entre o batismo de João e batismo do judaísmo era a seguinte:
Judaísmo- batismo cerimonial (religioso).
João- batismo de arrependimento (conversão verdadeira - Mt 3.2,6).
AVIVAMENTO.
Nos dias atuais muito se ouve por avivamento, mas na prática não o vemos. Porque?
João Batista, mesmo no deserto produziu um grande avivamento a nível nacional, mas é importante analisarmos sua mensagem, e concluiremos que ele não falava de prosperidade, vitória, realização, curas, (ainda que isso pode ser pregado com base Bíblica), mas João falava na necessidade de arrependimento e apontava o Caminho da Salvação que é Cristo, mesmo quando todos pensavam que ele era o Cristo, ele fazia quetão de afirmar quem era de verdade o Cristo (Lc 3.15,16).
É isso, só veremos o verdadeiro avivamento se tivermos compromisso com a verdade, se anunciarmos a Verdadeira Palavra de Deus, sem fraude, sem máscaras, sem antropocentrismo, é hora de pregarmos o Evangelho Cristocêntrico da Bíblia para que o avivamento aconteça (Rm 1.16).
O ESPÍRITO DESCEU em resposta à oração de Jesus (Lc 3.21,22). Lucas fala da iportância da oração na vida de Jesus (Lc 5.16; 6.12; 9.18;11.1; 22.41-46; 23.34,46).
Qualquer crente receberá de Deus o Seu Espírito, Sua unção, Sua orientação e Seu consolo, como resposta a oração (Lc 11.9-13).
CUMPRIR TODA A JUSTIÇA (Mt 3.15) " Em Mateus essa frase se refere basicamente ao cumprimento da vontade de Deus. Cf Mt 5.6,10,20; 6.33; 21.3,2."(Bíblia de Estudo Almeida - Mt 3.15).
ENCERRANDO O ASSUNTO.
Jesus, o verdadeiro homem, ao ser batizado por João recebeu o testemunho do Pai, que nos mostra claramente sUa natureza Divina (Lc 3.22). O que o próprio João também testificou (Jo 1.32-34).

Sábado, 26 de Janeiro de 2008

Loções Bíblicas - 1º Trimestre de 2008 - LIÇÃO 4

A INFÂNCIA DE CRISTO


Texto áureo: Lc 2.52


Leitura Bíblica em Classe: Lc 2.40-51



Estamos diante de um assunto um tanto delicado, e por tal motivo é importante nos concientizarmos de que devem ser postas de lado toda conjectura, toda suposição e tese.


Ainda que a Bíblia nos mostre pouco sobre a infância de Jesus, esse "pouco" já é o que basta para sabermos sobre sUa infância e juventude; verdades essas, que provam a humanidade de Cristo, e como pode socorrer a todos, inclusive crianças e jovens.



INFÂNCIA DE CRISTO:


*nascimento (Lc 2.1-7)


*visita dos pastores (Lc 2.8-17)


*apresentação no Templo (Lc 2.18-14)


*diante de Simeão e Ana (Lc 2.25-38)


*visita dos magos (Mt 2.1-12) + ou - um ano após o nascimento de Jesus


*fuga para o Egito (Mt 2.13-15)


*a volta para Nazaré (Mt 2.19-23; Lc 2.39)



JUVENTUDE DE CRISTO:


*visita ao Templo com doze anos (Lc 2.41-50)


*anos sem registro (Lc 2.51,52) provavelmente na carpintaria e com a família.




PASSANDO A LIÇÃO:


Jesus cresceu e se desenvolveu nas três faces do desenvolvimento, por isso dizer "tríplice desnvolvimento", que é: espiritual, físico e intelectual. Ver Lc 2.40,52.



Obs: Jesus, em Seu crescimento foi submisso aos Seus pais José e Maria. Ele era obediente à Deus e portanto também era a Seus pais terrenos (Lc 2.41-52).



Outra observação: Os pais de Jesus (José e Maria) O dedicaram à Deus (Lc 2.41), sendo pais exemplares, cumprindo seus deveres para com Deus iam anualmente à Pascoa (Lc 2.41), como oredenava a Lei de Moisés ( Exemplo: Êx 12.14). Eles plantaram bons frutos (Ver Gl 6.7; A lei da semeadura) e viram a boa colheita na obediência observada por Jesus. Como filho, Jesus honrava Seus pais, da maneira que a Lei determinava em Êx 20.12. Até mesmo em sua morte na Cruz (que foi seguida da ressurreião após três dias - confira 1Co 15.3,4), Jesus mostrou preocupação por Maria, pedindo a João que a cuidassa como se fosse sua própria mãe (Jo 19.25-27). A boa exegese bíblica, a hermenêutica sadia nos mostra que esse mandamento não é para todos os cristão receberem Maria como sua mãe - como diz a doutrina Católica Romana - mas que era um pedido especial e muito paricular, se não fosse assim, Jesus teria dito isso à todos os Seus discípulos e num lugar com grande público, e não na cruz diante de três ou quatro pessoas e falando diretamente à João " o discípulo que mais amava", claro que sem acepção aos outros.



JESUS COM DOZE ANOS:


Segundo o costume judaico, aos doze ou treze anos uma criança já podia se relacionar como um adulto dentro da religião judaica. A Bíblia não menciona esse tipo de costume de maneira clara, mas com doze anos Jesus disse: "convém tratar dos negócios de meu Pai" (Lc 2.49).
Seu entendimento teológico ipressionou os doutores da Lei, pois em Lc 2.46,47 Jesus perguntava e mostrava respostas corretas.
Pra quem não gosta de Teologia, vai uma boa "pancada"; Jesus, ali, participou de um debate teológico!
INFÂNCIA EM NAZARÉ:
A Medicina e a Ciência classifica a infância em três fases: 1ª infância (de 0 à 5 anos); 2ª infância ( de 5 à 8 anos) e 3ª infância ( de 8 à 12 anos). Mas isso depende de fatores social e cultural.
Jesus passou Sua infância em Nazaré, uma aldeia da Galiléia. Portanto, os fariseus estavam errados ao afirmarem que nehum profeta havia sugido (antes) da Galiléia, pois Jonas morou em Gate-Hefer, na aldeia da Galileia (2Rs 14.25; Js 19.10-16). Não podemos confundir "Nazareno" com "nazireu", Jesus não foi nazireu.
Jesus só começou Seu ministéri terreno ( de milagres e ensino) após Seu batismo, quando era adulto, mas enquanto criança Ele viveu como "criança" literalmente. Ele brincava com outras crianças e se divertia com elas. Criança tem de viver sua infância, e não querer ser adulto prematuramente.